Desde que li “O seu primeiro Milhão” que ando cada vez mais atento a pequenos pormenores no nosso dia à dia que nos poderá, a longo prazo, resultar em grandes poupanças. As idas ao supermercado são cada vez mais, um momento solene de poupança, não só na escolha dos melhores produtos com melhor relação qualidade e preço, mas também no verdadeiro valor dos mesmos.
Hoje, numa incursão pelo Modelo, mais uma vez percebi uma situação muito vulgar e que se prende com as embalagens de maior quantidade dos produtos. Em grande parte dos casos, ao contrário do que seria de esperar, o produto fica mais caro na embalagem maior. Pergunto-me qual a lógica deste raciocínio, e a única conclusão que chego é a seguinte: Os cliente não são inteligentes ao ponto de ver na etiqueta o preço por kg dos artigos. Dois exemplos que encontrei: Pão de Forma Panrico fica mais barato na embalagem de 600gr do que a embalagem de 1kg; Papas Cerelac mais baratas na sua embalagem de 500gr quando comparada com a embalagem de 1kg.
Infelizmente para poupar a carteira, tenho que não poupar o ambiente. Não deveria ser o governo a legislar isto?
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No último sábado tive o prazer de rumar a Braga para a inauguração da nova loja da Promais na rua do Souto. Para muitos, este esforço é exagerado quando hoje em dia temos tudo à distância de um clique e a maior parte das lojas nas grandes superfícies possuiu um pouco de tudo para o Mundo Apple. Mas a verdade é que esta loja é particular… tudo aqui faz mais sentido! Aqui as pessoas são tão importantes como os artigos destinados ao mundo Apple. Aqui as pessoas vendem os artigos com paixão e dão o todo o apoio pós venda que na internet fica a milhares de Kms de distância. Continuarei a ser um cliente satisfeito, agora num espaço maior, mais central, mais cheio de boas coisas para o mundo que aprendi a amar há pouco mais de 2 anos. Os meus sinceros Parabéns ao
Há algo que me incomoda solenemente relativamente à força humana que hoje em dia se emprega em grandes superfícies. Se é certo que grande parte dos funcionários são zelosos dos seus deveres, há outros que facilmente se percebem que muitas das suas atitudes passam impunes à mão dura de um patrão que talvez nunca chegarão a conhecer. Em duas visitas a duas grandes superfícies que nos habituámos a ver à beira da estrada, fui confrontado com dois distintos funcionários que deram a resposta mais fácil de dar “Não temos” e “Dificilmente vamos receber mais…”. O que é certo é que ao “não temos” facilmente percebi que “temos várias” e ao “Dificilmente vamos receber mais…” dias depois descobri “estamos sempre a receber”. Não sei quais as motivações destes funcionários, mas o que é certo é que não estão certamente a transmitir uma boa imagem da sua força humana. (Imagem de 